Com uma boa estrutura de pagamentos, qualquer dia pode ser uma Black Friday

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Após 8 anos da primeira Black Friday no Brasil, o evento já se consolidou no calendário do varejo nacional.  No ano passado, as vendas chegaram a R$ 2,1 bilhões. Para 2018, mesmo em meio a um cenário de incertezas na economia, a expectativa é de bons resultados. Nesta nona edição, 77% dos empresários enxergam a data como uma oportunidade para aumentar suas vendas, de acordo com levantamento do SPC. O desafio agora é oferecer a experiência mais integrada ao mundo físico e lidar com um volume financeiro que só tende a crescer.

As vendas online ainda dominam a Black Friday, mas o varejo tradicional está de olho na oportunidade. Só para se ter uma ideia, 82% das pessoas que aproveitam os descontos fazem isso digitalmente, segundo pesquisa encomendada pelo Google. É neste período também que muitos compram via e-commerce pela primeira vez. Por isso, este é um momento crítico para o ambiente de pagamentos de lojistas e marketplaces.

O mesmo levantamento aponta que 78% das pessoas voltaram numa mesma loja após uma boa experiência durante a temporada de promoções. São atributos considerados importantes pelos consumidores o quesito multicanal, que engloba a retirada e até o pagamento na loja, além do tempo de entrega.

Por isso, o varejo tem caminhado para as vendas sem barreiras, onde o computador ou celular muitas vezes são só complementos ou parte da experiência de consumo. Mesmo sendo majoritariamente digital, para 38% das pessoas ouvidas pelo Google, a internet foi só uma aliada na pesquisa de produtos ou serviços e a compra foi feita na loja física. Em alguns setores, esse comportamento ainda é maior, sendo 81% para alimentos, 61% para móveis, 57% para bebidas e 54% para beleza.

 

Como uma boa estrutura de pagamentos pode aumentar a performance das vendas ?

Seja no mundo físico ou virtual, você já pensou que podem existir outras “Black Fridays” no ano? Uma sexta-feira fria e chuvosa pode levar a um volume imenso de pedidos num aplicativo de delivery de comida. A véspera do Ano Novo tem mais serviços e agendamentos nos salões de beleza do que uma temporada de promoções. Uma loja de esportes, por exemplo, pode ter mais vendas num final de campeonato do que numa sexta-feira de novembro. Diante de toda essa demanda, a etapa do pagamento é uma das mais importantes.

As principais barreiras para conversão do grande volume de visitas em vendas são a lentidão da etapa de compra, com muitos cliques ou páginas diferentes, e plataformas de pagamentos pouco otimizadas, que aceitam poucas bandeiras de cartão, não oferecem alternativas ao crédito e são pouco integradas e arrojadas.

Uma das formas inovadoras do mercado de pagamentos para melhorar a experiência de compra online e evitar perdas de vendas, sobretudo em temporadas de grande movimento, é através de soluções de One Click Buy, onde o cliente compra em segundos e aproveita mais facilmente as ofertas relâmpago, por exemplo. Outra facilidade que já é uma realidade no mundo e esta começando a crescer no Brasil são os pagamentos via QR Code, que permite ao cliente ler o código e pagar pelo produto ou serviço via celular. Também já existe a opção de pagamento por meio de carteira digital ou aplicativo, que dispensa o uso de cartão, com a segurança para ambas as partes.

Para o varejo físico, umas das soluções mais ágeis é o contactless, onde não é preciso digitar a senha. Basta encostar o cartão ou celular em uma maquininha que a transação já é efetuada. Essa modalidade é a saída para estabelecimentos que recebem um grande volume de clientes e o valor médio das compras é baixo, pois agiliza o tempo do consumidor no caixa e evita filas. Alguns players também estão começando a desenvolver soluções de pagamento físico onde o vendedor é um caixa, utilizando-se de um terminal móvel para cobrança que se conecta a uma aplicação de vendas em um smartphone.

 

Quer saber se o seu negócio está preparado para a Black Friday? Conheça os aspectos mais importantes de uma plataforma de pagamentos para a próxima avalanche de compras.

Estrutura – A plataforma tem que estar preparada para suportar o altíssimo volume de transações e tráfego de dados, para evitar prejuízos decorrentes de problemas na operação. Além disso, ela deve permitir que o empreendedor visualize o perfil do cliente e identifique erros ou gargalos que precisam ser melhorados em tempo real.

Customização – O ideal é que as soluções de pagamentos sejam flexíveis e de acordo com a necessidade do negócio, com funcionalidades que ajudem a alavancar o mercado e atendam da melhor forma o cliente.

Omnichannel – A plataforma deve ser aberta e possibilitar a conexão com o frente de caixa, estoque e outros braços importantes para o controle financeiro. Também é fundamental que a solução integre todas as transações feitas no e-commerce, no aplicativo e nos diferentes tipos de terminais de pagamento.

Regulamentação – Toda as empresas que trabalham com transações precisam atender requisitos rígidos de compliance e muitas delas ainda precisam estar aderentes às recém mandatórias regras de liquidação centralizada.

Variedade – Para evitar prejuízos ou desistências, tanto o varejo físico quanto online devem oferecer todas as bandeiras relevantes, além de outras opções, como boleto e carteiras virtuais.

Agilidade – Rapidez na autorização de pagamentos. A lentidão é um dos principais motivos para desistência e problemas na operação. No quesito agilidade, ainda incluímos o sistema de frente de caixa/check out eficiente, que faça vendas da forma mais direta possível.

Utilidade – É importante que a plataforma de pagamentos tenha capacidade de armazenar e fornecer informações úteis para alavancar a performance comercial e operacional em tempo real. A tomada de decisão rápida é muito importante.

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